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Redação corrigida

A crescente concorrência mercadológica no Brasil

Redação nota 480 sobre A crescente concorrência mercadológica no Brasil 480

Notas por competência

  • Competência 1 — norma culta: 120 pontos

    O texto apresenta uma estrutura sintática mediana. Embora não haja erros gramaticais graves listados, a forma como as frases são construídas ainda é um pouco simples. Tente variar mais o vocabulário e usar frases mais complexas.

  • Competência 2 — compreensão do tema: 120 pontos

    Você compreendeu o tema corretamente e manteve a estrutura dissertativa. No entanto, faltou o uso de repertório sociocultural legitimado e produtivo. O texto ficou limitado a uma análise pessoal sem base externa.

  • Competência 3 — argumentação: 80 pontos

    O projeto de texto ainda é muito rudimentar. As informações estão um pouco soltas e falta um aprofundamento crítico nos argumentos. Você precisa conectar melhor as ideias entre os parágrafos para fortalecer seu ponto de vista.

  • Competência 4 — coesão textual: 80 pontos

    Há uma escassez de recursos coesivos. Você usa poucos conectivos entre os parágrafos e dentro deles. É necessário diversificar os operadores argumentativos para evitar que o texto pareça uma lista de frases isoladas.

  • Competência 5 — proposta de intervenção: 80 pontos

    A proposta de intervenção está incompleta. Identifiquei apenas 2 elementos presentes: o agente (poder público) e uma ação vaga. Faltaram o meio/modo, o efeito esperado e um detalhamento para alcançar a pontuação máxima.

Texto da redação

A crescente concorrência mercadológica aparece como barreira ao trabalhador que almeja formalizar a prestação de serviço, não só por ter reduzida, de maneira considerável, a margem de lucro, como também por restringir o leque do negócio a poucos produtos. Muito embora esteja o poder público engajado em fornecer subsídios aos trabalhadores informais, que vão desde as isenções até as restituições de maiores valores de imposto de renda, isso não confere a eles competitividade. É mister que se ofereçam, além de incentivos, benefícios continuados, de modo a garantir aos trabalhadores uma certa segurança jurídica, que valha o desembolso do investimento na formalização do trabalho. Outro quesito bastante defendido pelos operários, que preferem manter-se sem vínculos, é a facilidade com que podem mudar de rumo mercadológico. Quando da existência de muitas formalidades - inscrição no CNPJ, por exemplo - o término do contrato acaba sendo muito moroso, o que, em se tratando de economia capitalista, pode, sem duvidas, comprometer a existência do negócio. Não há como negar que, por outro lado, os trabalhadores legalmente formalizados ficam em desvantagem no que tange à precificação, já que não conseguem competir, de maneira igualitaria, com preços aplicados por profissionais que não terão deduzidas suas arrecadações. Evidencia-se, portanto, não só uma negligencia pública em relação aos trâmites legais de formalização do trabalho, como também os benefícios financeiros que a informalidade confere aos trabalhadores, fato estes que prolongam e reafirmam a existência e possível crescimento da classe ao longo dos anos.

Feedback da correção

O texto aborda a informalidade como resposta à concorrência e aos custos da legalização, criticando a ineficácia das políticas públicas atuais em garantir competitividade aos trabalhadores formais.

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