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Redação corrigida

desafios para o combate à automedicação no Brasil

Redação nota 760 sobre desafios para o combate à automedicação no Brasil 760

Notas por competência

  • Competência 1 — norma culta: 160 pontos

    Você domina a norma culta, mas houve deslizes pontuais de concordância, como 'é claro a fortificação'. Atenção redobrada na revisão final para evitar esses pequenos equívocos gramaticais.

  • Competência 2 — compreensão do tema: 160 pontos

    O texto é plenamente aderente ao tema e possui as três partes estruturais. O repertório é pertinente, mas falta um pouco mais de produtividade e expansão teórica para atingir a nota máxima.

  • Competência 3 — argumentação: 160 pontos

    Seu projeto de texto é claro e os argumentos são organizados. Falta apenas um maior aprofundamento crítico nos desenvolvimentos para transformar a exposição em uma análise mais autoral e estratégica.

  • Competência 4 — coesão textual: 160 pontos

    Você utiliza bons operadores argumentativos, mas há espaço para diversificar o vocabulário e evitar repetições. O uso de conectivos entre os parágrafos está bom, continue assim.

  • Competência 5 — proposta de intervenção: 120 pontos

    Sua proposta apresenta agente, ação, meio e efeito, mas o detalhamento não está claramente vinculado a um dos elementos. Identifique o detalhamento com clareza para garantir os 200 pontos.

Texto da redação

A lei dos remédios genéricos, estabelecida em 1999, teve como objetivo democratizar o acesso à saúde no Brasil. Tendo isso em mente, é preciso analisar os efeitos da lei supramencionada no imaginario brasileiro atual, onde é notório a criação de uma perigosa cultura de automedicação. Seguindo esse raciocínio, os impactos causados por esse uso de remédios sem prescrição médica se evidenciam como grandes problemáticas, a medida que desmotiva a ida ao médico e aumenta a resistência de bactérias. Diante desse cenário, em primeiro plano, é claro a fortificação da desvalorização dos profissionais de saúde, problema que interfere diretamente na segurança do bem-estar da população brasileira. Nesse contexto, fatores como a precarização de postos de saúde e hospitais públicos juntamente com a demora e a burocracia do sistema de atendimento ao paciente refletem no constante abandono de tais consultas. Portanto, os entraves também impulsionados pela desatenção estatal demonstram a necessidade de ações dos órgãos públicos, uma vez que, perante os problemas mencionados, a automedicação é mais oportuna.Ademais, o consumo de remédios sem supervisão médica fortalece o pouco efeito dos mesmos e a adaptação de bactérias. O interrompimento do tratamento, especialmente de antibióticos e calmantes, o transforma em um ciclo sem fim, onde a dependência desenvolvida poderá permanecer até o fim da vida do indivíduo. Frente a isso, a conscientização sobre o tema se mostra necessária, especialmente para a quebra de desinformação. Logo, com o objetivo eminente de reduzir a automedicação desenfreada, cabe ao Governo Federal e ao Ministério da Saúde agirem por meio de campanhas intensivas sobre os perigos e benefícios dos remédios e como devem ser usados corretamente, com finalidade de promover a qualidade de vida do brasileiro. Assim, a visão sobre a automedicação se transforma, refletindo na diminuição da dependência e o aumento em larga escala da qualidade de vida.

Feedback da correção

O texto aborda a automedicação como consequência da desvalorização dos profissionais de saúde e da precarização do atendimento público, alertando para os riscos biológicos, como a resistência bacteriana, e propondo campanhas educativas como solução.

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