myMentor — Correção com IA para ENEM e Concursos

O myMentor é uma plataforma de correção com IA para redação ENEM e discursiva de concursos. Receba nota por competência ou critério da banca, diagnóstico personalizado e plano de evolução. Comece grátis.

FAUGT DEVELOPMENT LTDA — CNPJ 44.501.136/0001-50

O myMentor não possui vínculo oficial com o INEP, ENEM, bancas examinadoras ou órgãos governamentais.

Redação corrigida

Combate a violência nas escolas no brasil

Redação nota 680 sobre Combate a violência nas escolas no brasil 680

Notas por competência

  • Competência 1 — norma culta: 120 pontos

    Você domina a escrita, mas há alguns deslizes na pontuação e na concordância. Revise trechos como 'ao combate de violência' que deveria ser 'ao combate à violência'. Cuidado com a repetição de palavras que prejudica a fluidez.

  • Competência 2 — compreensão do tema: 160 pontos

    Você compreendeu o tema e apresentou os três elementos estruturais obrigatórios. O repertório é legitimado, mas precisa ser melhor integrado à sua argumentação para ser considerado plenamente produtivo no futuro.

  • Competência 3 — argumentação: 120 pontos

    Seu projeto de texto é visível, mas a argumentação ainda é um pouco superficial. Você traz os problemas, mas falta aprofundar o 'porquê' e o 'como' eles acontecem. Tente explicar melhor a relação entre as causas e os efeitos.

  • Competência 4 — coesão textual: 160 pontos

    Você usa conectivos, o que é ótimo! No entanto, algumas repetições de palavras como 'violência' e 'bullying' diminuem a nota. Varie o vocabulário e use mais sinônimos para tornar a leitura mais dinâmica e profissional.

  • Competência 5 — proposta de intervenção: 120 pontos

    Sua proposta contém 3 elementos: agente (Ministério da Educação/Público), ação (fiscalizar/atividades) e meio (psicólogos). Faltou um detalhamento mais robusto e um efeito esperado mais claro para alcançar a pontuação máxima.

Texto da redação

No filme “Só quero voltar sozinho” dirigido por Daniel ribeiro a trama apresenta-se um ambiente escolar hostil entre os corpos docente e discente, por consequência cria-se um cenário conflituoso e dissonante. Fora da ficção, não é uma realidade distante uma vez que há dificuldades para combater à violência presente em escolas. Dessa forma, evidencia-se a banalização do bullying, persistência da violência e ausência de adesão por parte dos alunos as normas de conduta éticas, sociais e regimentais. Sob a luz dessa ótica, no ECA (estatuto da criança e do adolescente) em seu artigo 5 garante proteção à qualquer tipo de violência física e estabelece que nenhuma criança ou adolescente deve sofrer qualquer tipo de discriminação, opressão ou negligência estatal no ambiente escolar. Isso posto, convém analisar que a naturalização do bullying por meio das diretrizes permanece enraizado em muitas instituições escolares. Por consequência, no cotidiano propaga-se aumento de agressividade contra colegas, visto que não acontece nenhum tipo de punição aos infratores. Consequentemente, enquanto o bullying e o brutalismo com seus próprios colegas for visto de maneira neutra e não for levado com seriedade, casos como mortes e lesões continuaram acontecendo com adolescentes e crianças. Outrossim, é urgente questionar e repensar nas medidas adotadas para prevenção do bullying nos órgãos de ensino no Brasil. Consoante o pensamento de Paulo Freire, protetor da educação Brasileira “se a educação não for libertadora, o sonho do indivíduo oprimido é se tornar opressor”. Deste modo, a agressividade e a marginalização se desenvolvem e se espalham de modo imediato, tomando conta das relações escolares. Visto que, é normalizado em filmes que os infratores são descolados e fortes por praticarem violência, influenciando jovens a praticarem opressões contra seus colegas para ganhar visibilidade e popularização. Sendo assim, jovens oprimidos sentem se envergonhados e não procuram professores visto que vão se nomeados de “fracassados”. Portanto, em virtude dos acontecimentos supracitados e sob a ótica, ao combate de violência nas instituições educacionais brasileiras, torna-se ilustre que ocorra uso de leis já existentes e emendem modificações ou acréscimo nas leis para combate do óbice. Ademais, cabe o Ministério Público intensificar a fiscalização de leis a fim de assegurar casos de violência e garantir que as leis sejam cumpridas, punindo infratores. Além disso, é dever do Ministério da Educação cujo tem responsabilidade por trazer uma educação de qualidade para as escolas, deve realizar atividades e propostas preventivas a violência, levando a conscientizando para o ambiente, por meio de psicólogos. Com isso, ao ter controle do problema realidades como o da obra “Só quero voltar sozinho” serão, gradativos para amenizar o problema.

Feedback da correção

O texto aborda a violência escolar sob a ótica da banalização do bullying e da falta de aplicação das leis. A autora utiliza o ECA e Paulo Freire para sustentar a necessidade de uma intervenção estatal mais eficaz e preventiva nas escolas brasileiras.

Tema relacionado

Combate a violência nas escolas no brasil