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Redação corrigida

Os desafios para conciliar a modernização tecnológica na segurança pública e o respeito aos direitos humanos na sociedade brasileira

Redação nota 720 sobre Os desafios para conciliar a modernização tecnológica na segurança pública e o respeito aos direitos humanos na sociedade brasileira 720

Notas por competência

  • Competência 1 — norma culta: 160 pontos

    Você escreve bem e com clareza. Notei apenas deslizes pontuais de acentuação e letra maiúscula. Continue revisando seu texto com calma antes de entregar para evitar esses pequenos vacilos que impedem o 200.

  • Competência 2 — compreensão do tema: 160 pontos

    Você compreendeu bem o tema e trouxe repertórios legitimados, como Hobbes e Habermas. Para chegar ao 200, torne o uso desses repertórios mais produtivo, ou seja, conecte-os de forma mais profunda ao debate sobre segurança e tecnologia.

  • Competência 3 — argumentação: 160 pontos

    Seus argumentos são organizados, mas falta um pouco de aprofundamento crítico. Tente explicar o 'porquê' das coisas com mais detalhes, mostrando a relação entre a tecnologia, o Estado e os direitos humanos de forma mais direta.

  • Competência 4 — coesão textual: 160 pontos

    Você usa conectivos, mas cuidado com a repetição de termos. Tente variar mais as palavras para deixar o texto mais rico e fluido. O uso de operadores entre os parágrafos está bom, continue assim!

  • Competência 5 — proposta de intervenção: 80 pontos

    Faltaram elementos na sua proposta. Você indicou o agente e a ação, mas o detalhamento e o meio ficaram pouco claros. Para o 200, precisamos de 5 elementos: agente, ação, meio, efeito e um detalhamento bem caprichado sobre um deles.

Texto da redação

Embora a Constituição Federal de 1988 afirme que todos os cidadãos possuem direito a Segurança Publica, nota-se que essa garantia não acontece adequadamente, pois caminhos ainda precisam ser traçados para promover proteção para nossa sociedade. Isso ocorre devido a Negligencia estatal e os desafios para conciliar a mordernização tecnológica na segurança publica. Logo, medidas são necessárias para alterar esse quadro. Sob esse viés, há de constatar a débil ação governamental, enquanto mantém o impasse. Nesse sentido, o filósofo Thomas Hobbes, em seu livro "Leviatã", defende a incumbência da entidade do Estado - representada por um monstro marinho - em proporcionar meios que visem à harmonia social, mediante ações coletivas entre as autoridades. Todavia, nota-se a escassez de medidas adotadas pela federação, tais como campanhas de conscientização sobre a implementação de tecnologias na Segurança publica. Destarte, essa negligência representa uma das causas do impasse. Ademais, é preciso considerar o fator grupal. De acordo com o ilustre filósofo alemão Jürgen Habermas, a razão comunicativa, ou seja, o diálogo, constitui um elo fundamental no desenvolvimento social. Nesse ínterim, a falta de estímulos ao debate – na mídia, escola e no próprio seio familiar – ocasiona a formação de indivíduos sem pensamento crítico e empatia. Esse, por sua vez, fomenta a ignorancia perante ações policiais por exemplo. Em vista disso, discorrer criticamente a problemática é um dos passos para a consolidação de uma nova sociedade. Portanto, é irrefutável a importância da mídia como disseminadora de informação e do Estado na resolução do problema. A esse respeito, é de extrema seriedade que o Congresso Nacional (órgão constitucional responsável pela elaboração e fiscalização de leis) elabore a criação de uma legislação que promova uma alternativa para promover a conscientização da modernização tecnológica na segurança, por meio de reuniões com especialistas em Gestão Seguratória, com o fito de mitigar o problema e, futuramente, idealizar o progresso nacional. Assim, o Brasil reverterá o estado e os desafios para conciliar a modernização tecnológica na segurança pública e o respeito aos direitos humanos na sociedade brasileira e irá garantir a ordem social.

Feedback da correção

O aluno aborda o tema focando na negligência estatal e na falta de diálogo social. Propõe a criação de leis pelo Congresso Nacional e reuniões com especialistas como solução para conciliar tecnologia e direitos humanos.

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