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Redação corrigida

Os impactos das redes sociais na saúde mental dos jovens e adolescentes.

Redação nota 920 sobre Os impactos das redes sociais na saúde mental dos jovens e adolescentes. 920

Notas por competência

  • Competência 1 — norma culta: 160 pontos

    Você domina a estrutura sintática, mas cometeu deslizes de grafia em nomes próprios (Djamila/Djanira) e concordância. Atenção redobrada na revisão final para garantir a nota máxima.

  • Competência 2 — compreensão do tema: 200 pontos

    Excelente domínio do tema e uso produtivo de repertórios legitimados. Você compreendeu a proposta e articulou perfeitamente os conceitos com o problema central.

  • Competência 3 — argumentação: 160 pontos

    O projeto de texto é estratégico, mas o desenvolvimento de alguns argumentos ainda pode ser mais profundo. Evite conclusões superficiais sobre o impacto das redes.

  • Competência 4 — coesão textual: 200 pontos

    Excelente uso de conectivos inter e intraparágrafos. O texto flui muito bem, sem repetições viciosas e com excelente encadeamento lógico entre as ideias.

  • Competência 5 — proposta de intervenção: 200 pontos

    Proposta de intervenção completa! Você apresentou agente, ação, meio/modo, efeito e detalhamento de forma clara e organizada, atendendo a todos os requisitos do INEP.

Texto da redação

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê diversas garantias fundamentais às crianças e aos adolescentes brasileiros, dentre as quais se destaca a proteção da saúde mental como prioridade absoluta. Entretanto, essa prerrogativa não se concretiza plenamente, uma vez que o público infantojuvenil sofre com impactos negativos provocados pelo uso das redes sociais. Nesse contexto, torna-se necessário analisar a insuficiência estatal e a falta de conscientização midiática como os principais entraves para o enfrentamento dos efeitos das plataformas digitais sobre a saúde mental dos jovens. A princípio, a omissão governamental é um dos principais empecilhos no combate aos impactos das redes sociais na saúde mental dos jovens e adolescentes. Nesse contexto, Thomas Hobbes, importante filósofo inglês, defendia que o Estado deveria defender o bem-estar social. Entretanto, a máquina administrativa rompe com a teoria de Hobbes, pois é ineficaz na realização de políticas públicas eficazes em prol da saúde mental de crianças e adolescentes. A falta de projetos culturais, de bibliotecas e de praças ocasiona em jovens viciados em redes sociais que acabam causando prejuízos na saúde mental desses jovens. Portanto, é necessário que o Governo tome medidas para o enfrentamento dos abalos causados pelas redes sociais na população brasileira. Ademais, a falta de conscientização midiática é um obstáculo na luta contra os desafios impostos pelas redes sociais à saúde mental dos adolescentes. Nessa lógica, a escritora Djamila Ribeiro, defende que para um problema ser resolvido ele deverá deixar de ser invisibilizado. No entanto, seja porque raramente o público infantojuvenil é conscientizado nas escolas, seja porque os veículos midiáticos não debatem sobre o que o universo digital pode causar em crianças e adolescentes, a população se torna indiferente. Diante do exposto, fica evidente que os impactos das redes sociais sobre a saúde mental de crianças e adolescentes constituem um problema que exige soluções urgentes. Para isso, o Estado brasileiro deve implementar políticas públicas voltadas à saúde mental do público infantojuvenil, por meio da criação de programas educativos nas escolas que orientem o uso consciente das plataformas digitais, além da construção de espaços de lazer e cultura que ofereçam alternativas ao ambiente virtual. Ademais, os veículos de comunicação devem promover campanhas de conscientização midiática, por meio de debates e conteúdos informativos amplamente divulgados nas redes e na televisão, a fim de tornar visível um problema que, como defende Djamila Ribeiro, precisa deixar de ser invisibilizado. Com tais medidas, será possível garantir o que preconiza o ECA, assegurando à criança e ao adolescente brasileiros a proteção integral de sua saúde mental e o pleno exercício de seus direitos fundamentais.

Feedback da correção

O aluno analisa a saúde mental de jovens nas redes sociais sob a ótica da insuficiência estatal e da falta de conscientização midiática. Propõe soluções educativas e de lazer como contraponto ao ambiente virtual.

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