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Redação corrigida

bstáculos para combater a prática de atos infracionais por crianças e adolescentes no Brasil

Redação nota 760 sobre bstáculos para combater a prática de atos infracionais por crianças e adolescentes no Brasil 760

Notas por competência

  • Competência 1 — norma culta: 160 pontos

    Você domina bem a norma culta, mas apresentou pequenos deslizes de escrita. Cuidado com erros de digitação (como 'susperação') e vírgulas desnecessárias. Com uma revisão atenta, você alcançará o nível máximo de 200 pontos.

  • Competência 2 — compreensão do tema: 200 pontos

    Excelente! Você abordou o tema completamente, seguiu a estrutura dissertativo-argumentativa e utilizou repertórios legitimados, pertinentes e produtivos para o contexto da sua argumentação.

  • Competência 3 — argumentação: 160 pontos

    Seu projeto de texto é muito bom e os argumentos são claros. Para chegar aos 200, tente aprofundar ainda mais a análise crítica, evitando que o texto pareça apenas expositivo em alguns momentos.

  • Competência 4 — coesão textual: 160 pontos

    Você utiliza bem os conectivos, mas há espaço para variar mais o seu vocabulário coesivo. Evite repetições de palavras próximas para manter o texto mais dinâmico e elegante.

  • Competência 5 — proposta de intervenção: 80 pontos

    Você apresentou o agente, a ação, o meio e o efeito, mas faltou um detalhamento claro e específico sobre um desses pontos. Lembre-se: detalhar é explicar algo a mais sobre um dos 4 elementos anteriores.

Texto da redação

Em primeira análise, é necessário ter em vista que, O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), promulgado em 1990, assegura a proteção integral e o desenvolvimento pleno de crianças e adolescentes no Brasil. Porém, a persistência da prática de atos infracionais por essa parcela da população evidencia que os direitos constitucionais ainda não se concretizam na prática. Contudo esse cenário alarmante perpetua-se devido a dois principais obstáculos: a profunda vulnerabilidade socioeconômica e a ineficácia do ensino. Nesse contexto, é preciso analisar como a desigualdade social empurra os jovens para a criminalidade. Em comunidades periféricas, a falta de infraestrutura básica, aliada à evasão escolar e a à ausência de perspectivas de futuro, cria um ambiente propício para a atuação de facções criminosas. O crime organizado, muitas vezes ocupa o papel do Estuado, aliciando menores vulneráveis que buscam pertencimento ou sustento. Desse modo, a negligência estatal em garantir direitos básicos atua como o principal combustível. Ademais, a falta de eficácia na ressocialização do menor infrator impede a susperação do problema. Embora o ECA preveja medidas socioeducativas com caráter estritamente pedagógico, a realidade das unidades de internação é marcada por superlotação, violência e falta de capacitação profissional. Sem o devido suporte, educacional e de inserção no mercado de trabalho, o sistema falha em seu propósito. Logo, o acontecimento tem um resultado contrário como uma "escola do crime", elevando assim os índices de reincidência. Infere-se, então, medidas necessárias para mitigar os entraves que blindam a juventude da criminalidade. Ele cabe ao Ministério da Educação, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, criar programas de contraturno escolar com atividades esportivas, culturais e cursos técnicos nas periferias brasileiras, visando afastar os jovens do ócio e gerar oportunidades de renda lícita. Somente com essa articulação intersetorial o Brasil poderá transformar o ECA de uma utopia jurídica em uma realidade social viva.

Feedback da correção

O texto analisa a prática de atos infracionais sob a ótica da desigualdade social e da falha no sistema de ressocialização, propondo ações intersetoriais entre ministérios para garantir o cumprimento do ECA.

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