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Redação corrigida

A valorização do ensino profissionalizante como instrumento de inclusão social no Brasil

Redação nota 640 sobre A valorização do ensino profissionalizante como instrumento de inclusão social no Brasil 640

Notas por competência

  • Competência 1 — norma culta: 120 pontos

    A estrutura sintática é mediana, mas há um número elevado de desvios gramaticais, como erros de crase e concordância. Pratique a revisão gramatical focada nesses pontos para subir para o nível 160.

  • Competência 2 — compreensão do tema: 160 pontos

    Você compreendeu bem o tema e manteve a estrutura dissertativa. Apresentou repertório legitimado (Constituição e PNE), mas falta um pouco mais de produtividade na conexão desses repertórios com o seu argumento.

  • Competência 3 — argumentação: 120 pontos

    O projeto de texto é visível, mas a argumentação ainda é um pouco superficial. Você expõe os problemas, mas precisa aprofundar o impacto social deles para convencer o leitor com mais força.

  • Competência 4 — coesão textual: 120 pontos

    O uso de conectivos é frequente, mas há muitas repetições vocabulares que empobrecem o texto. Tente variar seus conectores e evite repetir as mesmas palavras em parágrafos próximos.

  • Competência 5 — proposta de intervenção: 120 pontos

    Sua proposta tem 3 elementos: agente (Governo/MEC), ação (planejamento/ampliação) e meio (investimento). Faltou detalhar melhor a ação e garantir que o efeito seja mais claro e direto.

Texto da redação

A Constituição Federal de 1988, defende que a educação é um direito a todos, além da garantia ao acesso de qualidade e o preparo dos estudantes no mercado de trabalho. Porém, nas últimas décadas percebe-se a maior valorização do ensino profissionalizante no Brasil, contudo há dois fatores essenciais que dificultam a inclusão nas instituições de ensino: falta de investimento na ampliação de cursos técnicos e fiscalização dos estabelecimentos. Em primeira análise, a falta de investimento na construção de escolas técnica têm dificultado o acesso dos alunos, devido as desigualdades regionais, distâncias entre municípios, carga horária, além do gasto com transportes. De acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu uma meta para a ampliação de matrículas na educação profissional técnica, entretanto para muitos jovens isso não é alcançável, devido a falta de investimento em mais escolas técnicas para suas regiões. Já no segundo fator a ser analisado é a escassez da fiscalização no escolas técnicas, pois muitos adolescentes que residem nos alojamentos escolares, estão muitos vezes envolvidos com o uso de drogas, impedindo o avanço no estudos, como também a queda das inscrições para os cursos, pois muitos responsáveis não desejam o envolvimento de seus filhos com atividades ilícitas. Portanto, cabe ao Governo Estatal em parceria com o MEC, o planejamento da ampliação de escolas técnicas em mais regiões do Brasil por meio de investimento maiores. Além de mais com apoio de equipes formadas pela polícia federal e campanhas de conscientização do uso de drogas, a maior fiscalização dos alunos e alojamentos. Tudo isso com o objetivo de acesso aos jovens brasileiros nas instituições de ensino Técnico de qualidade para a inclusão no mercado de trabalho atual.

Feedback da correção

O aluno defende que a falta de investimento e a carência de fiscalização são os principais entraves para o ensino profissionalizante, propondo a ampliação de escolas técnicas e maior apoio governamental como solução.

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